Segunda-feira, Novembro 23, 2009

O retorno de Mr. G.

Acho que demorou uns três anos, mas Mr. G. voltou, finalmente.
Fiquei tão orgulhosa quando ele me contou que nesses anos de ausência viajou a trabalho e que seu talento é solicitado e admirado noutros lugares. Eu sou a maior fã dos meus safadinhos. Torço pelo sucesso de todos e fico toda “coruja” ao vê-los bem sucedidos.




Eu ainda sonhava com aquela bundinha peluda, aquele pau duro e resistente, e aquela boca de ouro. Chupa uma buceta como poucos e o tempo só melhorou a sua performance.
Sabe exatamente como eu gosto ou, coincidentemente, faz exatamente do jeito que eu prefiro. Adora uma boca naquilo e aquilo na boca tanto quanto eu. Se eu ficar de pernas moles ele me põe de frango assado, segura meus pés e fode minha buceta e o cu enquanto eu recupero o fôlego. E só depois de muita fodelança me manda ficar de quatro e chupar o seu pau até o fim.


Não demore a retornar, Mr. G.
Três anos é muito tempo. Mas saiba que valeu cada minuto de espera.

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Calor no cuzinho II

Os dias que antecederam o feriado de finados foram de muito calor aqui em Porto Alegre.

Felizmente, aos finais de tarde, a temperatura abrandava e os safados ligavam pedindo massagem. Suas famílias estavam se refrescando no litoral e eles haviam ficado na cidade a trabalho. Nada mais justo e merecido do que receber uma deliciosa e relaxante massagem acompanhada do melhor boquete do sul do País.
Mr. Fofo se esparramou na maca e eu até salivei ao ver tamanha quantidade de pele e músculos para apertar. Eu adoro fazer massagens, perceber o corpo relaxando aos poucos, a respiração ficando profunda e frequentemente chegar ao cochilo.
Quando aliso e aperto o interior das coxas, Mr. Fofo ajeita o saquinho e sem nem disfarçar afasta as pernas, facilitando o alcance de meu toque suave.

Deixa que eu afunde o rosto no seu bundão branco pra beijar, lamber e morder. Relaxa as nádegas enquanto minha língua penetra cada vez mais fundo, próxima do seu cu quentinho e apertado de tesão.

Mostra-me um pau duro, não muito comprido, mas extremamente grosso, capaz de preencher completamente minha boca e saciar minha vontade de chupar. Goza tremendo o corpo todo e eu fico lá, de boca aberta, ainda chupando e procurando a porra.
- Cadê o leitinho?
- Não tem. É que eu fiz uma cirurgia e a porra não sai; vai pra bexiga.
Hahaha, essa eu ainda não tinha visto.

Mr. Chef corria pela cozinha de seu renomado restaurante, organizando os últimos preparativos para o evento da noite, quando distendeu a panturrilha. No dia seguinte procurou-me. Chegou mancando, incapaz de pisar no solo.
- Vim de táxi, não consigo nem dirigir.

Quase duas horas de manobras para alívio de dor e amassamento da musculatura dolorida.

Quando eu comecei a alisar e explorar sua bundinha cabeluda, Mr. Chef sussurrou:

- Eu ia mesmo te pedir massagem na bunda, eu adoro...

Pronto. Foi o que bastou. Fiquei mais um tempão lambendo, agarrando, apertando, beijando e mordendo aquela bunda empinada. E quando minhas mãos finalmente deslizaram, por baixo do seu ventre, encontraram uma pica dura e molhada. Mal agarrei o caralho e ele se acabou todo na minha mão.
Mr. Chef tentava se desculpar, constrangido pela rapidez e por molhar o lençol da maca, mas eu o tranqüilizei, afinal, agüentou bem aquele tempo todo de preliminares e quanto ao lençol, ora, eu nunca o repito mesmo, uso uma vez e mando lavar.


Ficou deitado recuperando o fôlego. Eu beijei-lhe as costas e rindo sussurrei aos seus ouvidos:
- Esse cuzinho tava num fogo, hein? Gozou pela bundinha, bem como eu gosto de ver.
Logo depois, disfarçando o que acabara de acontecer, pediu:
- Quando eu voltar aqui vou querer mais tempo de massagem na cabeça e nos pés, ta?

Aconchego

Cliente desconhecido sempre causa frisson, estimula a imaginação, a criatividade e desperta um jogo imaginário de adivinhações. Sempre que vou receber um cliente desconhecido fico bem acesa. Quero adivinhar seus desejos, explorar sua pele, gosto e cheiro. Toda esta atenção me deixa muito excitada.

Com Mr. V. não é assim, porque já nos conhecemos há muito tempo, mas é impressionante como a cada encontro sou surpreendida.
Outro dia ele quis ficar na sala. Enquanto rolava um filme pornô na televisão nós fazíamos loucuras. As mais diferentes posições eu exercito com ele. Desta vez, mandou-me sentar no encosto do sofá, abrir bem as pernas e me masturbar pra seu deleite.
A ideia de enfiar em mim uma cenoura, uma banana, o cabo do rodo (como se no cafofo não houvessem brinquedos suficientes) sempre parte daquela careca tarada.
Pois bem, chegou aqui no meio da tarde. Chovia muito e ele estava ensopado, de bermudas e chinelos de dedo. Estranhei, porque sempre o vejo bem arrumado quando ele escapa do serviço pra uma brincadeira sacana. Mais tarde ele me disse estar em férias.
Pediu massagem e eu ofereci atender-lhe na minha cama, porque eu estava louca pra esfregar minha buceta em suas pernas enquanto o massageava.
Como eu estava com muitas saudades de chupar aquele caralhão (Mr. V. não vinha aqui há quinze dias e normalmente me visita semanalmente) pedi pra chupar um pouquinho antes da massagem. Pronto. Minha buceta encharcou.
Coloquei uma cena de filme pornô onde duas mulheres se beijavam muito, mas Mr. V. nem quis olhar. Ficou bem quietinho curtindo minha massagem e, percebendo que eu estava bem louca, procurava com a ponta dos dedos acariciar minhas coxas, virilha e bunda.
Depois que terminei as manobras de relaxamento avancei na sua bunda e fiz por lá o que mais gosto. Chupei tudo o que minha boca alcançava enquanto minhas mãos alisavam meu grelo inchado e escorregadio. Gozei choramingando com aquele caralho atolado na minha garganta.
Foi um gozo tão intenso que minhas pernas amoleceram.
Mr. V. ajeitou os travesseiros, colocou-me deitada e deitou-se ao meu lado.
- Dorme um pouquinho, descansa.
Pediu que eu pusesse minha perna sobre a dele e assim dormimos mais de uma hora.


Acordei e fui passar um café.
Voltei pro quarto com as canecas quentes e uns biscoitos de limão.
Sentei ao seu lado e tomei meu café procurando algo interessante na televisão, enquanto Mr. V., preguiçosamente, despertava com o aroma da caneca.
- Senta pra tomar teu café que eu quero chupar mais um pouquinho.
O sem-vergonha já estava de pau duro e deixou que eu me deliciasse, enquanto degustava o lanchinho.
Fã de lingerie branca, desta vez pediu que eu trocasse de roupa, queria camisola preta.
- Vem aqui, não me enrola, vai, me dá logo esse pau, não tenho camisola preta.
Mas tanto insistiu que eu me lembrei de uma saída de praia preta e a vesti assim que ele foi ao banheiro.
- Ah, mas a calcinha tem que ser preta também...
E foi procurar nas gavetas uma calcinha adequada ao novo figurino. Pediu que eu levantasse as pernas e me vestiu como a uma criança. Só pra depois se esfregar na minha roupa, ficar arredando o fundilho e me enterrar o pau na buceta e na bunda. Bem como eu gosto.

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Um hóspede ilustre

Mr. J. voltou de viagem, depois de uma semana envolvido em negociações na capital federal, e me ligou do aeroporto:
- Posso dormir contigo? É que eu tenho uma reunião amanhã de manhã aí perto da tua casa...
Mr. J. está separado faz um tempinho e eu o vejo, às vezes, pelas ruas, já que sua ex-esposa e filhos mudaram-se para o meu bairro.
Deixou sua bagagem na sala e foi tomar um banho.
Eu já estava de camisola, pronta para dormir, então fiquei na cama aguardando-o.
Contou algumas coisas de seu trabalho e de seu compromisso para o dia seguinte enquanto acomodava-se por baixo do lençol procurando meu corpo.
Mr. J. é meu amigo de Internet desde o tempo que valia a pena teclar num chat e que o “Terra” chamava “Zaz”.
Nossa amizade já tem muitos anos e com o passar do tempo tornamo-nos confidentes e amantes, mas nunca havíamos dormido juntos.
Nossa transa é repleta de risadas e deboches entre beijos e gemidos. E aquele pau grosso preenche com perfeição a minha buceta tarada. Conhecemos bem o corpo e os desejos um do outro.
Exausto da viagem, virou de lado e adormeceu, enquanto eu ainda passava em revista os canais na TV. 
Durante a noite nossas pernas, muitas vezes, se entrelaçaram carinhosamente e ficamos procurando um ao outro com os braços num delicioso “dormir em conchinha” como se já estivéssemos acostumados a isso.
De manhã, escovei meus dentes e fui preparar a cafeteira quando Mr. J. entrou na cozinha:
- Me abandonou, é?
- Não, só to adiantando o café.
Voltamos pro quarto pra uma preguiçosa ginástica matinal.
Mr. J. acariciava e beijava minhas costas sussurrando:
- Adorei o teu perfume. Enquanto a ponta de seu nariz fazia desenhos na minha pele.
Depois banho, café regado a brincadeiras e a combinação para o final da tarde, quando ele voltaria pra buscar sua bagagem e um bloqueador solar que me pediu que lhe comprasse.

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Legado da sogra

Pra quem não sabe eu já fui casada. Isso foi no século passado. Não durou muito, mas aprendi coisas bem importantes sobre o que não fazer e o que não aceitar nos relacionamentos, além de umas receitas maravilhosas de minha falecida sogrinha, que Deus a tenha!
Minha sogra era uma imigrante italiana muito trabalhadora, otimista e alegre. Quando estava em minha casa, a passeio, ficava me perseguindo por todo lado e perguntando o que eu estava fazendo (em italiano, claro). Eu era muito jovem e achava aquela atitude inadequada, coisa de sogra metida. Lamento muito não ter sido mais paciente com ela, porque, afinal, ela só queria a minha companhia e participar da rotina da minha casa.
Ela ficava à vontade na cozinha. Era muito prática e criativa, apesar de sujar todas as panelas, talheres e pratos que houvessem à disposição. Ela me ensinou alguns truques culinários que ainda hoje conservo. Uma das coisas que mais gosto de fazer em sua homenagem é o pesto genovês.
Assim como a Nona, espontaneamente, compartilhou comigo suas receitas, eu divido com vocês um pouco da culinária que aprendi.
Pesto genovês
1 molho de manjericão
4 dentes de alho     4 nozes
50g de queijo parmesão
Óleo (de arroz, de girassol...) Pode acrescentar algumas colheres de azeite de oliva, mas é opcional.
Lave o molho de manjericão e use apenas as folhas.
Num liquidificador coloque as folhas, os dentes de alho, as nozes e o queijo. Acrescente aos poucos o óleo e vá misturando até obter uma mistura espessa. Prove. Geralmente não precisa de sal, porque o parmesão é temperado, mas se quiser pode usar. Guarde numa tigela e conserve na geladeira. É um molho frio. Use-o sobre o macarrão cozido al dente.
Se preferir macarrão integral use o pesto e ½ xícara de molho branco. Fica divino.
Enriqueça suas saladas, carnes e batatas cozidas.