Cliente desconhecido sempre causa frisson, estimula a imaginação, a criatividade e desperta um jogo imaginário de adivinhações. Sempre que vou receber um cliente desconhecido fico bem acesa. Quero adivinhar seus desejos, explorar sua pele, gosto e cheiro. Toda esta atenção me deixa muito excitada.
Com Mr. V. não é assim, porque já nos conhecemos há muito tempo, mas é impressionante como a cada encontro sou surpreendida.
Outro dia ele quis ficar na sala. Enquanto rolava um filme pornô na televisão nós fazíamos loucuras. As mais diferentes posições eu exercito com ele. Desta vez, mandou-me sentar no encosto do sofá, abrir bem as pernas e me masturbar pra seu deleite.
A ideia de enfiar em mim uma cenoura, uma banana, o cabo do rodo (como se no cafofo não houvessem brinquedos suficientes) sempre parte daquela careca tarada.
Pois bem, chegou aqui no meio da tarde. Chovia muito e ele estava ensopado, de bermudas e chinelos de dedo. Estranhei, porque sempre o vejo bem arrumado quando ele escapa do serviço pra uma brincadeira sacana. Mais tarde ele me disse estar em férias.
Pediu massagem e eu ofereci atender-lhe na minha cama, porque eu estava louca pra esfregar minha buceta em suas pernas enquanto o massageava.
Como eu estava com muitas saudades de chupar aquele caralhão (Mr. V. não vinha aqui há quinze dias e normalmente me visita semanalmente) pedi pra chupar um pouquinho antes da massagem. Pronto. Minha buceta encharcou.
Coloquei uma cena de filme pornô onde duas mulheres se beijavam muito, mas Mr. V. nem quis olhar. Ficou bem quietinho curtindo minha massagem e, percebendo que eu estava bem louca, procurava com a ponta dos dedos acariciar minhas coxas, virilha e bunda.
Depois que terminei as manobras de relaxamento avancei na sua bunda e fiz por lá o que mais gosto. Chupei tudo o que minha boca alcançava enquanto minhas mãos alisavam meu grelo inchado e escorregadio. Gozei choramingando com aquele caralho atolado na minha garganta.
Foi um gozo tão intenso que minhas pernas amoleceram.
Mr. V. ajeitou os travesseiros, colocou-me deitada e deitou-se ao meu lado.
- Dorme um pouquinho, descansa.
Pediu que eu pusesse minha perna sobre a dele e assim dormimos mais de uma hora.
Acordei e fui passar um café.
Voltei pro quarto com as canecas quentes e uns biscoitos de limão.
Sentei ao seu lado e tomei meu café procurando algo interessante na televisão, enquanto Mr. V., preguiçosamente, despertava com o aroma da caneca.
- Senta pra tomar teu café que eu quero chupar mais um pouquinho.
O sem-vergonha já estava de pau duro e deixou que eu me deliciasse, enquanto degustava o lanchinho.
Fã de lingerie branca, desta vez pediu que eu trocasse de roupa, queria camisola preta.
- Vem aqui, não me enrola, vai, me dá logo esse pau, não tenho camisola preta.
Mas tanto insistiu que eu me lembrei de uma saída de praia preta e a vesti assim que ele foi ao banheiro.
- Ah, mas a calcinha tem que ser preta também...
E foi procurar nas gavetas uma calcinha adequada ao novo figurino. Pediu que eu levantasse as pernas e me vestiu como a uma criança. Só pra depois se esfregar na minha roupa, ficar arredando o fundilho e me enterrar o pau na buceta e na bunda. Bem como eu gosto.