Um amigo contou-me há muito tempo que quando estava prestes a separar-se da esposa aconteceu-lhes um fato inusitado. Eles não tinham mais nenhuma intimidade, apenas dividiam o espaço da casa quando uma das filhas do casal, acidentalmente, feriu-se no banheiro. A menina subiu no bidê, escorregou e caiu. A louça quebrou-se e cortou gravemente a sua perna. Na ocasião houve inclusive risco de amputação.
A família socorreu-a a tempo, a menina submeteu-se a uma grande cirurgia e sobrevive até hoje sem nenhuma sequela.
Naquela noite, já deitados e depois de passarem pelo maior susto que um casal pode experimentar, a esposa o procurou. Meu amigo garante que foi o melhor sexo da vida dele: o sexo depois de um grande estresse. Bem, o casamento acabou mesmo como já estava previsto, mas a cena relatada veio-me à lembrança por estes dias.
Mr. Vidraceiro ligou-me e, como de costume, perguntou pela mãe. Contei-lhe que eu acabava de voltar da funerária para tratar do seu enterro marcado para o dia seguinte.
- Então, não é uma boa hora... Tentou desculpar-se.
- Não, é uma excelente hora. Venha. Assim você me distrai.
Abraçou-me na chegada, perguntou por detalhes da despedida e concordou comigo que a morte veio trazer paz e repouso à mãe.
Fiz-lhe a massagem, acabamos falando de outras coisas enquanto ele agarrava minhas pernas e bunda. Tocava-me e desculpava-se, achando que sua excitação pudesse ofender-me.
- Que nada, estou adorando.
- Então, deixa eu te chupar?
Ora, que pergunta! Mr. Vidraceiro tem uma chupada maravilhosa. Despiu-me, deitou-me na maca e chupou minha bucetinha de luto que, para surpresa nossa, gozou em pouquíssimo tempo. Retardou os movimentos e continuou lambendo-me vagarosamente, afinal, ele adora me chupar. E não é que a bucetinha de luto gozou de novo?
No dia seguinte, após o funeral, voltei pra casa e fiquei descansando. Mr. JR ligou-me. Já fazia mais de um ano que não nos víamos.
- Então, quem ta cuidando do teu corpinho este tempo todo? Perguntei-lhe ciumenta.
- Que nada, ando bem brocha. Só to comendo a esposa. Não tenho saído, mas lembrei de te ligar pra saber como estás.
Como o assunto do momento era o funeral, contei-lhe as últimas.
- Então, é melhor eu te ver outro dia...
- Que nada, podes vir. Estou com saudades de ti. Vem aqui me distrair.
Demos muitas risadas enquanto tomávamos banho. Mr. JR é tão engraçado e divertido, uma excelente companhia sempre.
Rolamos na cama como noutras ocasiões e ficamos muito tempo nos chupando e metendo os dedos um no outro.
Depois que eu estava bem acabadinha ele pediu pra comer meu cu.
Meteu-me aquele pauzão grosso e eu fiquei massageando meu grelo. A bucetinha de luto gozou de novo.
O Socadinho já sabia da morte da mãe quando chegou. Abraçou-me forte e ternamente. Quis saber como eu estava, se tinha dormido bem, como havia sido o meu dia. Sentamos no sofá da sala e conversamos um tempo. Bebemos água gelada, tem feito uns dias bem quentes neste começo de primavera.
Eu consigo, no máximo, ficar um pouco emocionada, por vezes a voz fica embargada, mas eu não tenho vontade de chorar. O Socadinho me explica que isso se deve à consciência tranquila, que eu e meus irmãos demos nosso sangue por quem nos deu a vida e que eu já chorei muito por ela, aliás, quase oito anos, pra que mais? É a certeza e a paz do dever cumprido.
O Socadinho vai ao banho e eu o espero na cama. Ele fica encantado e sempre elogia o meu repertório de calcinhas. Mal sabe ele que há outro repertório de lingeries, sapatos e consolos usados exclusivamente por meus queridos putinhos.
Nossos beijos são apaixonados, trocamos palavras de carinho e a sintonia de nossos corpos é única.
Ele diz que adora a estética e o gosto da minha bucetinha. Que adora quando me faz gozar porque sou intensa, me entrego sem restrições e deixo-o de pau duro só por me ver excitada. Mas é tão fácil agradar este homem. Não preciso fazer nada, basta ser eu mesma. É impressionante como nos damos bem, e eu falo de amizade, de troca de experiências, do lúdico antes, durante e depois do sexo, que também é ótimo. É tão bom estar à vontade em seus braços. Uma espontaneidade que eu nunca experimentei antes.
A bucetinha de luto goza e ficamos abraçados conversando por um tempo. Sempre temos tanto a compartilhar. Depois ele deita sobre mim cobrindo-me de beijos, escorrega seu corpo enquanto abre minhas coxas ainda úmidas e volta a me chupar. Só descansa depois de ver-me mais uma vez satisfeita. Cubro-o de beijinhos, acaricio e examino com as mãos e a boca toda a sua pele. Descubro sinais, cicatrizes, fico perguntando a história de cada marquinha que encontro. Faço-o gozar gemendo e gritando Toma, loirinha toma...
Conversamos mais um pouco, rimos do meu excesso de gozo, combinamos o lanche para logo mais e a bucetinha de luto goza pela terceira vez.
Ou este homem me enfeitiçou.
Ou a bucetinha estava mesmo muito estressada .
Ou estou inaugurando uma nova e maravilhosa fase da minha vida?
O que vocês acham?






2 comentários:
Eu acho q...
ATENçAO, senhores passageiros. Bem-vindos ao NOVO Boeing 4ponto7 (se nao me engano), em cujas asas todos nós sonhamos estar e em cujas pernas só os homens de boa vontade PODEM estar... Bem-vindos, todos, às novas asas da fada em forma de Boeing... ah, Mulher... vc é um aviao lúdico!
Fada,
atendendo cd's tambem ?
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