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Há preliminares que dispensam penetração.

Quinta-feira, Setembro 29, 2011

A primavera está no ar III.


O Vidraceiro chegou todo sorridente e eu não sei de onde vem tanto bom humor, já que sofre de dores crônicas nas costas há anos por carregar pesadas placas de vidro. 
Contou-me que iniciou tratamento alternativo com um chinês que lhe tira sangue, lhe aplica ventosas, agulhas, descargas elétricas e o próprio peso sobre ele. Suas dores são intensas e já se irradiaram para pernas e pés. Eu me sinto uma inútil. Se nem a medicina tradicional e a milenar medicina chinesa deram jeito neste corpo que dirá minhas mortais mãos de fada?
Apesar de toda dor o Vidraceiro parece bem feliz quando eu o toco em partes que nem na China saberiam alcançar. Feliz e quase gozando interrompe a sessão pra chupar minha buceta, coisa que ele faz muito bem e sem choradeira. Põe-me deitada na maca, fica em pé curvado sobre o meu corpo e por horas (porque eu não tenho nenhuma pressa pra mandá-lo sair) ele curte a valer, mesmo estando numa posição desconfortável. Deixa minha buceta encharcada, meu grelo duro e não me solta até que eu implore totalmente arrepiada, exausta, sonolenta e satisfeita. Agora sim ele me deixa concluir de onde parei.

Dois safadinhos fizeram aniversário este mês e ganharam calcinhas femininas novas. Adorei vê-los desfilar pela casa cada qual com suas rendas enfiadas nas bundinhas e, como verdadeiras putas, oferecerem-se aos meus brinquedos fálicos e mágicos dedos. Uma festa. Bom presságio para a primavera.

Viciei no Socadinho. Cinco semanas seguidas me visitando, trazendo bombons, pedindo pizza (e me servindo o prato), me cobrindo de mimos, carinhos, elogios e atenção. Como não me encantar? Até que...
Mandou uma mensagem avisando que naquela semana não poderia vir.
Senti uma profunda tristeza. Era tão bom ter a companhia dele pra alegrar o final do meu dia depois de tantos cuidados intensivos e exaustivos com a mãe.
Mas o que é que eu queria? Eu já sabia que ele não estava disponível quando o conheci. Eu não vou vê-lo quando eu quiser. É ele quem vem me visitar quando quiser e puder.
Serviu pra pôr-me os pés no chão. Mesmo com todos os presentes e atenções meu lugar fica bem definido quando ao se despedir ele deixa o cachê.

Na semana seguinte ele voltou. Trouxe-me uns deliciosos chocolates finos. 
Mas isso eu conto depois.

1 comentários:

Anônimo disse...

adorei essas calcinhas Fada.
também curto meias,adoro