Restava
ainda uma hora em vinte minutos antes de um casal e o corretor de imóveis
chegarem para conhecer o cafofo.
Um
safado ligou e pedi-lhe que não se atrasasse, pois havia este outro compromisso,
já agendado, a seguir.
Assim
que o vi tarei, socadinho bem como
eu gosto: ombros largos, braços musculosos, coxas grossas, muita carne pra
agarrar e beijar.
Deitou-se
na maca aquecida e conversamos animadamente, típico do primeiro atendimento,
ambos querem se conhecer. À medida que a massagem transcorre a conversa dá
lugar ao silêncio intercalado de profundas expirações.
Aquele
corpão forte, nu e vulnerável ao alcance de minhas mãos. Calma, Fada concentre-se na técnica. Repetia aos berros meu grilo
falante.
Por
fim dediquei-me à região lombar e lentamente (embora o grilo não achasse que
foi tão devagar assim) escorreguei meus dedos entre suas coxas grossas e
firmes. O socadinho empinou aquela
bundinha dura e eu quase enlouqueci. Retardei o movimento e voltei aos quadris
e lombar só pra deixá-lo ainda mais excitado.
Deixou
que eu enfiasse a língua e os dedos no seu cuzinho apertado enquanto me despia
as calças e as calcinhas com apenas uma mão. Encontrou minha buceta encharcada.
Enfiava os dedos e chupava-os.
Jogou-me
na maca e caiu de boca. E que boca maravilhosa. Este curte uma buceta tanto
quanto eu gosto de pau. Chupava minha buceta e vinha beijar-me a boca dividindo
meu gosto.
Diverti-me
bastante e voltei e chupá-lo até que a porrinha matasse minha sede.
-
Que delícia, nada como um parceirinho pra me acompanhar. Acho que se ficares
aqui enquanto eu mostro o apartamento eu o vendo mais rapidamente.
- Que surpresa boa te encontrar, que
achado. E pensar que eu trabalho aqui pertinho e não te conhecia. Loirinha,
loirinha põe-me na tua lista de amigos secretos.
Foi
ao banho e quando estava quase vestido a campainha soou um pouco antes do
combinado.
-
É o pessoal que veio ver o apartamento. Vou lá recebê-los.
O
socadinho nem se abalou, seguiu
tranquilamente calçando seus sapatos.
Pedi
que o casal e o corretor entrassem e esperassem um instante na sala.
-
Estou me despedindo de um amigo, já venho atendê-los.
Cobri
a maca com uma manta, escondi a toalha de banho usada pelo socadinho e levei-o até a porta. Na passagem pela sala ele
educadamente sorriu uma boa tarde a todos e saiu como se nada houvesse
acontecido.
Mostrei
o apartamento descrevendo as possibilidades de ampliação e vantagens do bairro,
embora minha cabeça só pensasse naquela delícia recém-saída.
Eu
não sabia que tinha tanta coisinha querida no meu bairro.
Vou comprar outro
cafofo nas imediações.


1 comentários:
Fadinha, esse conto valeu uma punheta, gozei loucamente.... te adoro, bjs
o italianinho
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