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Há preliminares que dispensam penetração.

Domingo, Agosto 07, 2011

Cafofo à venda II

Restava ainda uma hora em vinte minutos antes de um casal e o corretor de imóveis chegarem para conhecer o cafofo.
Um safado ligou e pedi-lhe que não se atrasasse, pois havia este outro compromisso, já agendado, a seguir.
Assim que o vi tarei, socadinho bem como eu gosto: ombros largos, braços musculosos, coxas grossas, muita carne pra agarrar e beijar.
Deitou-se na maca aquecida e conversamos animadamente, típico do primeiro atendimento, ambos querem se conhecer. À medida que a massagem transcorre a conversa dá lugar ao silêncio intercalado de profundas expirações.

Aquele corpão forte, nu e vulnerável ao alcance de minhas mãos. Calma, Fada concentre-se na técnica. Repetia aos berros meu grilo falante.
Por fim dediquei-me à região lombar e lentamente (embora o grilo não achasse que foi tão devagar assim) escorreguei meus dedos entre suas coxas grossas e firmes. O socadinho empinou aquela bundinha dura e eu quase enlouqueci. Retardei o movimento e voltei aos quadris e lombar só pra deixá-lo ainda mais excitado.
Deixou que eu enfiasse a língua e os dedos no seu cuzinho apertado enquanto me despia as calças e as calcinhas com apenas uma mão. Encontrou minha buceta encharcada. Enfiava os dedos e chupava-os.
Jogou-me na maca e caiu de boca. E que boca maravilhosa. Este curte uma buceta tanto quanto eu gosto de pau. Chupava minha buceta e vinha beijar-me a boca dividindo meu gosto.
Diverti-me bastante e voltei e chupá-lo até que a porrinha matasse minha sede.
- Que delícia, nada como um parceirinho pra me acompanhar. Acho que se ficares aqui enquanto eu mostro o apartamento eu o vendo mais rapidamente.
- Que surpresa boa te encontrar, que achado. E pensar que eu trabalho aqui pertinho e não te conhecia. Loirinha, loirinha põe-me na tua lista de amigos secretos.

Foi ao banho e quando estava quase vestido a campainha soou um pouco antes do combinado.
- É o pessoal que veio ver o apartamento. Vou lá recebê-los.
O socadinho nem se abalou, seguiu tranquilamente calçando seus sapatos.
Pedi que o casal e o corretor entrassem e esperassem um instante na sala.
- Estou me despedindo de um amigo, já venho atendê-los.
Cobri a maca com uma manta, escondi a toalha de banho usada pelo socadinho e levei-o até a porta. Na passagem pela sala ele educadamente sorriu uma boa tarde a todos e saiu como se nada houvesse acontecido.

Mostrei o apartamento descrevendo as possibilidades de ampliação e vantagens do bairro, embora minha cabeça só pensasse naquela delícia recém-saída. 
Eu não sabia que tinha tanta coisinha querida no meu bairro. 
Vou comprar outro cafofo nas imediações.

1 comentários:

Anônimo disse...

Fadinha, esse conto valeu uma punheta, gozei loucamente.... te adoro, bjs
o italianinho