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Há preliminares que dispensam penetração.

Segunda-feira, Julho 18, 2011

Adivinhe quem voltou para brincar?


O inverno deste ano trouxe temperaturas abaixo do esperado. Agora começa o verdadeiro inverno gaúcho de frio suportável e muita chuva, principalmente nos fins de semana.
Tomei um banho demorado esperando que a chuva cessasse e que eu pudesse, finalmente, sair às compras. Ainda bem que a TV a cabo liberou uns canais legais, pensei, porque sábado com chuva tem que ter alguma compensação.

Depois de sua visita no início do mês, o Livreiro mandou-me algumas mensagens de texto recordando o dia de nosso primeiro encontro, ao longo do mês informou-me das inúmeras punhetas onde sou protagonista e prometeu retornar.
Neste sábado o Livreiro chegou na hora da “Ave Maria”.
Elogiou meu perfume e salto alto. Assim que entrou no cafofo me cobriu de beijos me chamando de gostosa. Cá pra nós, ser chamada de gostosa por um jovenzinho envaidece e faz bem à alma. Aquele tesão todo por mim, me apertando, alisando, sussurrando delícias... Melhor eu suspender a maca.
- Vem cá que vou te apresentar à Dolly.
Estendida sobre a cama, Dolly, como eu chamo carinhosamente meu velho e pesado edredom de lã, aguardava nossa visita.
Nem estava tão frio assim apesar da chuva intensa. Dolly foi cuidadosamente dispensada enquanto eu e o Livreiro nos atiramos aos beijos e amassos.
Prometeu deixar-me agarrar sua bundinha “só um pouquinho”, mas não estava com espírito de putinha, não. Sendo solteiro queria mesmo fazer o que os casados fazem de sobra: foder por tudo. E fodia contando-me o quanto se masturbou pensando em mim e o quanto desejou voltar e me comer por horas.
Lá pelas tantas eu pedi me dá uma “atravessadinha?” E não é que o danado entendeu direitinho o que eu queria? 
Ajoelhou-se, levantou uma das minhas pernas e meteu com tudo, as bolas batiam gostoso no meu cu. Estava tão gostoso que ele se acabou exausto deitando sobre mim. Foi então que eu pedi que aliviasse a pressão, porque a atravessadinha com o peso dele quase arrebentou a minha buceta.
O Livreiro pediu um café e ficou descansando enquanto eu estava na cozinha.
Quando eu voltei o encontrei praticamente morto, mas o pau ainda estava duro, bem vivo, para meu alívio.
Já desperto pelo café recobrou a consciência e os demais movimentos do corpo. Desta vez deixou que eu chupasse à vontade seu pau e bunda. Metia os dedos na minha buceta e chupava meu grelo como se fosse o último. Eu estava quase me acabando quando ele pediu pra foder. Pedi pra ficar deitadinha, de costas, queria dar a buceta e ter suas bolas batendo no meu cu. Não demorou muito e eu, que já estava quase lá, gozei bem gostoso. Minha buceta e bunda contrariam involuntariamente mordendo aquele cabeção duro. O Livreiro agarrado às minhas tetas beijava minha nuca e pescoço gozando: agora sou eu.

Mr. C voltou numa tarde também chuvosa. Entrou de cabeça baixa, caminhava teclando no celular como se estivesse disfarçando, com vergonha. Nem parecia aquele safadinho que enterrou a cara no meu bundão e pediu pra ser minha puta.
Deitou calado na maca e eu não interferi. Segui com a massagem habitual e também sem dizer nada peguei uma calcinha minha na gaveta e reservei.
Estando ele de bruços e ao terminar de massagear as suas pernas vesti-lhe as calcinhas e enterrei-a naquela bundinha linda. Ele fez menção de reagir, mas eu me debrucei sobre suas costas e o impedi: eu queria te ver de calcinha enterrada.
Mr. C entregou-se a minha boca, língua e dedos. Eu alisava aquele cu e perguntava pra quem ele estava dando?
- Não dei pra ninguém, só pra ti.
- Hoje eu vou te arrombar.
Busquei um consolo bem comprido e grosso, de duas cabeças. Encamisei e lubrifiquei. Depois de enfiar dois dedos o cuzinho dele estava pronto pro consolão. Reclamou um pouquinho, gemou outro tanto, mas acabou cedendo ao arrombamento.
Deitou-me junto dele na maca (só Deus sabe como ambos coubemos) e chupou muito a minha buceta. Eu preparei a outra ponta do consolo com camisinha e lubrificante e ele me enterrou enquanto me chupava.
- Eu quero te comer um pouquinho.
- Não, só eu como.
- Ah, por favor...
Como recusar um apelo tão sincero?
De pé e inclinada sobre a maca fui comida por uma putinha arrombada.

2 comentários:

Anônimo disse...

fadinha, tezao, finalmente conto bom ! me deixou de pau duro teve que me punhetar e disperdiciar muito leite.
saudade de ti.
italianinho

Anônimo disse...

oi..quero te visitar! Sou teu fã! qual o teu telefone?
Por favor, envia para o meu e-mail, querida!

homempoa2009@hotmail.com

beijos