O
inverno deste ano trouxe temperaturas abaixo do esperado. Agora começa o
verdadeiro inverno gaúcho de frio suportável e muita chuva, principalmente nos
fins de semana.
Tomei
um banho demorado esperando que a chuva cessasse e que eu pudesse, finalmente,
sair às compras. Ainda bem que a TV a cabo liberou uns canais legais, pensei,
porque sábado com chuva tem que ter alguma compensação.
Depois
de sua visita no início do mês, o Livreiro
mandou-me algumas mensagens de texto recordando o dia de nosso primeiro encontro,
ao longo do mês informou-me das inúmeras punhetas onde sou protagonista e prometeu
retornar.
Neste
sábado o Livreiro chegou na hora da
“Ave Maria”.
Elogiou
meu perfume e salto alto. Assim que entrou no cafofo me cobriu de beijos me
chamando de gostosa. Cá pra nós, ser chamada de gostosa por um jovenzinho
envaidece e faz bem à alma. Aquele tesão todo por mim, me apertando, alisando,
sussurrando delícias... Melhor eu suspender a maca.
-
Vem cá que vou te apresentar à Dolly.
Estendida
sobre a cama, Dolly, como eu chamo carinhosamente meu velho e pesado edredom de
lã, aguardava nossa visita.
Nem
estava tão frio assim apesar da chuva intensa. Dolly foi cuidadosamente dispensada
enquanto eu e o Livreiro nos
atiramos aos beijos e amassos.
Prometeu
deixar-me agarrar sua bundinha “só um
pouquinho”, mas não estava com espírito de putinha, não. Sendo solteiro
queria mesmo fazer o que os casados fazem de sobra: foder por tudo. E fodia
contando-me o quanto se masturbou pensando em mim e o quanto desejou voltar e
me comer por horas.
Lá
pelas tantas eu pedi me dá uma “atravessadinha?” E não é que o danado entendeu
direitinho o que eu queria?
Ajoelhou-se, levantou uma das minhas pernas e meteu
com tudo, as bolas batiam gostoso no meu cu. Estava tão gostoso que ele se
acabou exausto deitando sobre mim. Foi então que eu pedi que aliviasse a
pressão, porque a atravessadinha com o peso dele quase arrebentou a minha
buceta.
O
Livreiro pediu um café e ficou
descansando enquanto eu estava na cozinha.
Quando
eu voltei o encontrei praticamente morto, mas o pau ainda estava duro, bem
vivo, para meu alívio.
Já
desperto pelo café recobrou a consciência e os demais movimentos do corpo.
Desta vez deixou que eu chupasse à vontade seu pau e bunda. Metia os dedos na
minha buceta e chupava meu grelo como se fosse o último. Eu estava quase me
acabando quando ele pediu pra foder. Pedi pra ficar deitadinha, de costas,
queria dar a buceta e ter suas bolas batendo no meu cu. Não demorou muito e eu,
que já estava quase lá, gozei bem gostoso. Minha buceta e bunda contrariam
involuntariamente mordendo aquele cabeção duro. O Livreiro agarrado às minhas tetas beijava minha nuca e pescoço
gozando: agora sou eu.
Mr. C voltou numa tarde também chuvosa. Entrou de cabeça
baixa, caminhava teclando no celular como se estivesse disfarçando, com
vergonha. Nem parecia aquele safadinho que enterrou a cara no meu bundão e
pediu pra ser minha puta.
Deitou
calado na maca e eu não interferi. Segui com a massagem habitual e também sem
dizer nada peguei uma calcinha minha na gaveta e reservei.
Estando
ele de bruços e ao terminar de massagear as suas pernas vesti-lhe as calcinhas
e enterrei-a naquela bundinha linda. Ele fez menção de reagir, mas eu me
debrucei sobre suas costas e o impedi: eu queria te ver de calcinha enterrada.
Mr. C entregou-se a minha boca, língua e dedos. Eu
alisava aquele cu e perguntava pra quem ele estava dando?
- Não dei pra ninguém, só pra ti.
-
Hoje eu vou te arrombar.
Busquei
um consolo bem comprido e grosso, de duas cabeças. Encamisei e lubrifiquei.
Depois de enfiar dois dedos o cuzinho dele estava pronto pro consolão. Reclamou
um pouquinho, gemou outro tanto, mas acabou cedendo ao arrombamento.
Deitou-me
junto dele na maca (só Deus sabe como ambos coubemos) e chupou muito a minha
buceta. Eu preparei a outra ponta do consolo com camisinha e lubrificante e ele
me enterrou enquanto me chupava.
- Eu quero te comer um pouquinho.
-
Não, só eu como.
- Ah, por favor...
Como
recusar um apelo tão sincero?
De
pé e inclinada sobre a maca fui comida por uma putinha arrombada.


2 comentários:
fadinha, tezao, finalmente conto bom ! me deixou de pau duro teve que me punhetar e disperdiciar muito leite.
saudade de ti.
italianinho
oi..quero te visitar! Sou teu fã! qual o teu telefone?
Por favor, envia para o meu e-mail, querida!
homempoa2009@hotmail.com
beijos
Postar um comentário